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Após mais de 10 meses, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) teve seu mandato cassado

[ 13/09/2016 ]

Momentos antes de ver seu destino político ser chancelado no plenário da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) fez um discurso forte nesta segunda (12) em que afirmou estar sofrendo de um "processo político" por dar continuidade ao impeachment de Dilma Rousseff, negou ter contas na Suíça e ameaçou colegas: "Amanhã é contra vocês".

Em um discurso de defesa de pouco mais de trinta minutos, Cunha fez um apanhado da tramitação dos processos contra ele e a petista e disse que os deputados presentes no plenário não queriam ouvir "qualquer argumento", pois estavam "com a decisão tomada". Segundo Cunha, "ninguém conhece" uma peça que tem sete mil páginas.

Mesmo assim, pediu que seus colegas o julgassem "com isenção", pois ele estava "pagando o preço" por "livrar" o país do PT.

"Estou pagando o preço de ter meu mandato cassado por ter dado continuidade ao processo de impeachment. É o preço que estou pagando para o Brasil ficar livre do PT [...] Por mais que o PT chore, esse criminoso governo foi embora graças à atividade que foi feita por mim", disse Cunha.

"Alguém tem dúvida que se não fosse minha atuação teria impeachment? Duvido que tenha. Essa é a razão da bronca do PT e de seus assemelhados ou seus asseclas, que vivem na sua órbita", sustentou.

Para o ex-presidente da Câmara, seu mandato está sendo cassado por motivos "risíveis" e isso abrirá precedente para que "qualquer deputado" perca o mandato por acusações, segundo ele, frágeis. O peemedebista disse que, na média, 160 deputados respondem a acusações. "Amanhã será com vocês também", ameaçou.

"A peça de acusação do Ministério Público não pode servir como quebra de decoro", defendeu-se. "Quero saber cadê a conta, cadê o número da conta? Que conta é essa que você não consegue movimentá-la, que não consegue acessá-la?", completou.

O pedido de cassação de Cunha alega que o deputado hoje afastado mentiu à CPI da Petrobras ao dizer que não tinha contas no exterior. O Ministério Público, por sua vez, pediu abertura de inquérito contra Cunha por haver dinheiro dele em contas na Suíça irrigadas pelo esquema de desvio de recursos na estatal.


REAÇÕES

Nos momentos em que acusava o PT de manter um "esquema criminoso" com o petrolão, que desviou milhões da Petrobras, Cunha era chamado de "mentiroso" e "ladrão" por deputados petistas e aliados da ex-presidente Dilma.

Mais uma vez, Cunha se disse "perseguido" pela Procuradoria-Geral da República e afirmou que o tratamento dado a ele foi "diferenciado", na medida em que virou réu no STF (Supremo Tribunal Federal), enquanto há investigações de outros políticos com foro privilegiado que ainda não foram apreciadas pela Corte.

Cunha repetiu, em seu discurso, muitos argumentos que foram usados por ele no Conselho de Ética, na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e em entrevistas coletivas que ele concedeu desde 5 de maio, quando foi afastado da presidência da Câmara e do mandato pelo STF.

 

ABSOLVIÇÃO

O ex-presidente da Câmara fez um apelo ao pedir o apoio dos parlamentares e disse que votou pela absolvição de "todos os deputados do PT" na época do mensalão.

No momento mais emocionado, em que falou de sua família e embargou a voz, Cunha pediu que votem "não pelo ouvi dizer", nem pela "opinião pública", mas pelo que está sendo julgado.

"Se efetivamente esse plenário vai chegar à conslusão que vai acabar com minha carreira política e causar com minha família, não tem problema. Peço a vocês que tenham a isenção de ver sobre aquilo que estou sendo acusado e condenado. Não me julguem por aquilo que está sendo colocado pela opinião pública, pelo ouvi dizer, mas por aquilo que estou sendo julgado", afirmou.


ISOLADO

Cunha só saiu de seu apartamento em Brasília pouco depois das 20h30, quando o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), reabriu a sessão. Chegou por volta das 20h45 ao plenário, de gravata amarela e sem o broche de deputados na lapela do blazer.

Acostumado a estar sempre cercado de aliados, Cunha se viu isolado no plenário nesta segunda. Acompanhado de um segurança, foi cumprimentado por poucos deputados enquanto esperava para seu discurso de defesa. Conversou com Carlos Marun (PMDB-MS), um de seus principais aliados, cruzou os braços, mexeu no celular.

Quando subiu na tribuna, voltou a citar adversários em tom assertivo: "Não preciso aniquilar meus adversários para que eu possa me sobrepor".

 

Fonte: Folha de SPaulo

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